segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sertã ocupa quinto lugar distrital no «Indicador Sintético de Desenvolvimento Económico e Social»


O concelho da Sertã ocupa o quinto lugar, entre os 11 municípios do distrito de Castelo Branco, no «Indicador Sintético de Desenvolvimento Económico e Social ou de Bem-Estar dos Municípios do Continente Português», elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social da Universidade da Beira Interior e citado pelo Jornal do Fundão. Em termos nacionais, a Sertã está a meio da classificação, mais precisamente na 152.ª posição, no conjunto dos 278 concelhos do continente.
A posição ocupada pela Sertã, a nível distrital, não é motivo para grandes festejos, sobretudo quando à sua frente se posicionam concelhos como os de Vila Velha de Ródão e Vila de Rei. No entanto, o município sertaginense consegue deixar atrás de si, por exemplo, Fundão, Idanha-a-Nova e Penamacor.
Apesar de achar que algumas das conclusões reveladas por este estudo carecerem de fundamentação, não deixa de ser importante olhar para os resultados, sobretudo porque podem ser encarados como um bom ponto de partida para um debate sério sobre a Sertã e sobre aquilo que faz falta a esta região.
Outro dado a reter neste estudo é o fosso cada vez maior entre os concelhos do Litoral e do Interior. O Litoral ocupa as primeiras posições do ranking, com Lisboa, Albufeira e Oeiras à cabeça, ao passo que os municípios do Interior surgem apenas mais abaixo. A título de curiosidade, refira-se que Castelo Branco aparece na 53.ª posição e a Covilhã no 139.º lugar, apenas 13 lugares à frente da Sertã.
Segundo o Jornal do Fundão, na elaboração deste estudo foram levadas em linha de conta diferentes variáveis, nomeadamente equipamentos de saúde, culturais, educativos, infra-estruturas básicas, cultura, população, saúde, segurança, ambiente, dinamismo económico, mercado de habitação, mercado de trabalho, rendimento e consumo.

Confraria do Caracol nasce em Matos do Pampilhal


Chama-se Confraria do Caracol e tem como objectivo promover e preservar a gastronomia ligada a este molusco terrestre. Belmiro Domingos, natural de Matos do Pampilhal, na freguesia de Cernache do Bonjardim, é o grande impulsionador desta confraria, a qual espera dar cartas em Portugal e na vizinha Espanha.
O dinamismo deste senhor é de assinalar, isto porque além desta iniciativa, decorre também neste momento em Cernache do Bonjardim, junto ao Clube Bonjardim, a Feira do Caracol. O evento termina no próximo domingo.
Desejamos os maiores sucessos a esta Confraria e continuamos a aguardar que a Confraria do Maranho dê notícias. A última vez que ouvimos falar dela foi pelas piores razões – desentendimentos entre a autarquia sertaginense e um dos principais mentores da dita Confraria. Ver notícia no seguinte link: http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=710

terça-feira, 14 de julho de 2009

José Paulo Farinha apresentou recandidatura à Câmara da Sertã


Uma verdadeira constelação de estrelas do ‘firmamento socialista’ marcou presença no anúncio da recandidatura de José Paulo Farinha à Câmara Municipal da Sertã, no passado domingo. Secretários de Estado (Eduardo Cabrita, José Miguel Madeiros ou Ana Paula Vitorino), deputados à Assembleia da República (Jorge Seguro Sanches, Cidália Faustino ou Hortense Martins), presidentes de Câmara (João Paulo Catarino, Álvaro Rocha ou Joaquim Morão), presidentes de junta de freguesia e militantes não quiseram deixar de apoiar o autarca sertaginense que tenta alcançar o terceiro mandato à frente da autarquia sertaginense.
A noite foi de festa, mas o que mais transpareceu das palavras dos vários oradores foi o toque a reunir para a batalha que se aproxima. José Paulo Farinha sabe que a reeleição não será fácil e tratou, desde logo, de colocar em sentido o seu adversário mais directo – José Nunes, do PSD. “Temos a consciência plena de que somos a única força política com vontade e capacidade para exercer a responsabilidade de dirigir o município da Sertã, até porque falta credibilidade política ao putativo candidato do PSD”. E acrescentou: “Ele [José Nunes] foi, no anterior mandato, um dos responsáveis que assumiu, imperturbado do alto da sua magistratura, à instalação da destabilização política no concelho da Sertã com a ajuda do governo de então, colaborando e ajudando nessa destabilização”, sublinhou José Paulo Farinha, citado pela Rádio Condestável e pelo jornal Pinhal Digital.
Quanto à sua candidatura, o candidato socialista diz que a encara “como a continuidade de uma responsabilidade assumida desde sempre”, mostrando-se confiante na vitória nas eleições autárquicas do próximo mês de Outubro.
Entre os objectivos enunciados, José Paulo Farinha garante que vai continuar a “privilegiar a educação”, “apoiar as famílias mais carenciadas”, “combater a pobreza”, “proteger os grupos mais vulneráveis”, “reduzir as desigualdades”, “contribuir para o crescimento da economia local e do emprego” e “continuar a fomentar o bem-estar social”. (in Pinhal Digital)
Carlos Miranda, actual presidente da Assembleia Municipal da Sertã e que assumirá as funções de mandatário da campanha, aproveitou a sua intervenção para constatar que os outros candidatos “não estão politicamente preparados para enfrentar os desafios que teriam que enfrentar caso fossem eleitos para a gestão deste município”, frisando que “não sabem ao que vão” (in Rádio Condestável).
Este jantar foi ainda utilizado para a apresentação dos candidatos do PS às diversas juntas de freguesia: José Barata (Sertã), António Ferreira dos Santos (Cabeçudo), Manuel Domingos Lourenço (Pedrógão Pequeno), António Vicente Xavier de Matos (Carvalhal), Maria Graça Lourenço Marçal (Várzea dos Cavaleiros), Armindo Roque (Castelo), Manuel Roberto Barata (Cernache do Bonjardim), João Simões da Mata e Silva (Nesperal) e Vítor Marçal (Palhais). Nas freguesias da Ermida e Figueiredo não serão apresentados candidatos e na Cumeada e Marmeleiro os nomes dos candidatos ainda não são conhecidos.
Está assim aberta a corrida eleitoral para as próximas autárquicas na Sertã. O despique promete ser animado e a temperatura vai concerteza subir durante as próximas semanas.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Músicos sertaginenses abrem trilhos para a guitarra portuguesa


O projecto Trilhos, que integra os músicos ‘sertaginenses’ Marco Figueiredo (piano) e Miguel Calhaz (contrabaixo), mereceu honras de destaque nos serviços informativos da RTP, durante o último fim-de-semana. A peça jornalística apresentou o trabalho deste quarteto (de que também fazem parte Rui Vinagre e Joaquim Teles), que actua no próximo dia 22 de Julho, no conhecido festival Músicas do Mundo, em Sines.
Formado em 2002, este projecto pretende dar novos caminhos à guitarra portuguesa, tendo já editado o álbum “Avariação”. Segundo revela o site FMM, “o quarteto abre novos horizontes para um instrumento que começa a libertar-se do estatuto, por vezes constritor, de símbolo nacional. Desde o jazz à música tradicional portuguesa, Trilhos realiza uma alquimia que transforma o modo como ouvimos a guitarra. Carlos Paredes e o desdobrar fractal das cordas estão aqui, mas também surgem associações inesperadas, como quando, no tema “Viagem”, a guitarra de Rui Vinagre parece assumir a função de banjo numa malha bluegrass que nos faz sentir bem com a vida”.
Para os que quiserem descobrir mais sobre o grupo, deixamos aqui o link da reportagem emitida na RTP1, no programa Bom Dia Portugal:
http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=4&t=Chama-se-Trilhos-novos-caminhos-da-guitarra-portuguesa.rtp&article=231877

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Blogue recupera memórias dos antigos alunos do IVS


A Internet continua a ser uma caixinha de surpresas. Desta vez, a surpresa é protagonizada por um grupo de antigos alunos do Instituto Vaz Serra, de Cernache do Bonjardim, que se juntaram para dar corpo a um blogue.
Chama-se institutovazserra-antigosalunos e pretende perpetuar as memórias de todos quantos passaram por esta escola. Centenas de fotos – verdadeiras relíquias – podem ali ser encontradas, bem como vários textos que nos dão uma ideia precisa do que foram os tempos recuados no IVS.
O endereço é o seguinte: http://institutovazserra-antigosalunos.blogspot.com/

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Câmara da Sertã organiza passeio BTT


A Câmara Municipal da Sertã organiza, no próximo dia 18 de Julho (sábado), um passeio de BTT. A concentração terá lugar na Alameda da Carvalha.
Esta será concerteza uma jornada de confraternização para os amantes da modalidade, que cada vez têm mais adeptos por estas paragens. Além da bicicleta, os interessados terão de vir munidos de capacete.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Eleições autárquicas na Sertã a 11 de Outubro


O dia para as próximas eleições autárquicas já foi marcado: 11 de Outubro. Agora, falta apenas oficializar os candidatos que se apresentarão a votos, nesse dia, para a Câmara Municipal da Sertã. José Paulo Farinha, actual presidente da autarquia, será o candidato do PS, enquanto do lado do PSD, José Nunes, antigo líder da Assembleia Municipal, lidera a equipa do partido à edilidade sertaginense. Quanto a outros nomes, tudo permanece no segredo dos Deuses, apesar da especulação ser muita.
José Paulo Farinha parte na pole position para estas eleições. Além de ser o actual presidente da Câmara, o candidato socialista usará a obra feita como uma das bandeiras de campanha. Além disso, é preciso não esquecer a vitória por maioria absoluta (51,7 por cento) nas últimas autárquicas. Todavia, José Paulo Farinha pode ser prejudicado por outros factores, nomeadamente o desgaste de oito anos de mandato e os efeitos decorrentes da actual crise, que penalizaram em muito o PS nas últimas eleições europeias.
Do lado do PSD, José Nunes é uma figura de consenso no partido e reúne o apoio das bases. No entanto, a sua escolha não foi pacífica, a acreditar em algumas notícias que vieram a lume nos últimos meses. O próprio PSD sertaginense pareceu sempre mostrar alguma hesitação durante todo o processo de escolha. Primeiro, anunciou que o candidato social-democrata seria revelado no início deste ano, o que viria a não suceder. Depois, foi a especulação quanto a putativos candidatos, que aliás só ficaria desfeita quando o presidente da Distrital ‘laranja’, Carlos São Martinho, cometeu a inconfidência de apresentar, num jantar de apoio a Paulo Rangel, nas últimas europeias, o nome de José Nunes para a Câmara da Sertã.
José Nunes, além do crédito político de que goza no concelho, é um nome forte e que pode trazer alguma ‘frescura’ ao debate político. O mais que provável candidato à Assembleia Municipal (José Luís Jacinto) também poderá ser uma boa ajuda. Contudo, aqui, como no PS, o aparelho partidário terá uma importante palavra a dizer.
O Bloco de Esquerda decidiu-se por um conjunto de acções que visam chamar a atenção dos eleitores para alguns dos problemas do concelho. Quanto ao candidato, um artigo enigmático do presidente da concelhia, numa das últimas edições do jornal A Comarca da Sertã, dava conta de que o partido afastara de cena uma figura de relevo, que se perfilava como candidato do Bloco. A figura de relevo permanece incógnita (ou talvez não!!!) e a indefinição quanto ao candidato mantém-se.
No CDS, a indefinição também continua. O ‘eterno’ candidato Pedro Jesus já mostrou algumas reticências quanto a candidatar-se, sendo que nos últimos meses vários nomes têm sido apontados.
A CDU também ainda não revelou o seu candidato.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Memórias: O cimo da vila (ou parte dele)


Hoje viajamos nas nossas memórias até ao cimo da vila. Ao cimo da vila que, por esta altura, parecia estar em obras. Ao cimo da vila com o seu hospital a olhar-nos de frente, ainda sem aquele frondoso conjunto de árvores que actualmente cobrem o morro ‘despido’. Ao cimo da vila que vai definhando nos dias de hoje, porque a Sertã já não mora ali…
Foto: Olímpio Craveiro

A trapalhada no registo dos poços, furos e outros que tais


É mais uma das trapalhadas em que o nosso país é fértil. O Governo aprovou, em 2007, um decreto-lei que obrigava todos os proprietários e arrendatários a registar, até Maio deste ano, furos, poços, noras, fossas, minas ou charcos. A exigência decorria de uma Directiva comunitária e enquadrava-se num já famoso (pelas piores razões) diploma intitulado de Lei da Água. Até aqui tudo normal…
A anormalidade começa quando se chega à conclusão que o tal decreto-lei andou, impávido e sereno, a navegar pelas águas calmas do esquecimento, até que no início deste ano um funcionário mais diligente (do Estado ou de um qualquer serviço privado – leia-se jornalista) olhou para o decreto e percebeu o que aqui estava em causa. O que se exigia era quase impossível de cumprir dentro dos prazos previstos, além de que abrangia uma boa fatia da população que normalmente não está informada destas questões legais, nem tampouco possui estudos que permitam perceber as obrigações em causa.
As notícias começaram a circular à “velocidade da luz” e o país (ou pelo menos, aqueles que eram proprietários e arrendatários de furos, poços, noras, fossas ou charcos) entrou em pânico. Nas câmaras municipais choveram pedidos de esclarecimento e várias associações de agricultores temeram que este recenseamento levasse a uma posterior cobrança de taxa, segundo o princípio do utilizador-pagador. Em Bragança, nasceu mesmo uma associação “antilei dos poços”.
O efeito “bola de neve” estava consumado e todos entraram numa verdadeira luta contra o tempo. Havia quem dissesse que “a semente da revolta estava a começar a germinar” e que a situação tinha tudo para se tornar explosiva.
Entretanto, o Ministério Mesmo veio a terreiro dizer que o prazo para efectuar este registo ficava adiado para o mês de Maio do próximo ano. Houve quem suspirasse de alívio, mas também quem não desarmasse contra aquilo que dizia ser “uma obrigação sem pés nem cabeça para a maioria dos proprietários”.
E agora a parte melhor da história. Perante tal convulsão social, o ministro do Ambiente, Nunes Correia, deu uma entrevista ao jornal Público, no início da semana, onde colocava água na fervura e esclarecia todos os portugueses: “A vasta maioria daqueles que retiram água nos seus terrenos não tem de fazer nada, a não ser sossegarem. Porque apenas quem tem motores de extracção muito potentes está abrangido pela lei”.
Ou seja, “a lei não se aplica a todos os que têm poços, quem tira um balde de água para o gado ou para regar a horta, não tem de o ir legalizar”, garantiu o ministro.
O jornal escrevia ainda a propósito disto: “Falha de comunicação? Erro de percepção? Manipulação? Talvez de tudo um pouco, admite o ministro Nunes Correia. O certo é que passou a ideia que todos teriam de declarar que tinham poços nos seus terrenos até Maio deste ano”.
O ministro diz que se “gerou um desassossego talvez fruto de vivermos um período pré-eleitoral, em que alguns aproveitaram para envenenar as pessoas, e também porque em Portugal tudo o que tenha a ver com água é um tema sensível”.
Portanto, o que fica de tudo isto? Nunes Correia responde: “A lei não se aplica a todos os que têm poços”, estando apenas “abrangidos o que utilizam motores muito potentes para tirar água, ou seja, talvez «menos de um por cento dos casos». Assim, só quem tem motores acima dos cinco cavalos - um motor de cinco cavalos consegue tirar, de um furo com dez metros de profundidade, 110 metros cúbicos por hora -, tem de se dirigir às administrações de Região Hidrográfica para os legalizar, pedindo um título de utilização”.
“A generalidade das captações não chega a ter motores de um cavalo”, assegura o ministro, citado por aquele diário. “E o que nos interessa são as captações poderosas, são essas que importa conhecer para uma boa gestão dos recursos hídricos”.Caso diferente aplica-se a quem quer abrir furos. Todos terão de os declarar, mas, mais uma vez, só quem pretende dali retirar muita água é que terá de pedir autorização.
Esclarecidos? Talvez. Mas o que fica de toda esta história é que seria bom que os nossos responsáveis governamentais explicassem as leis, logo que elas são publicadas e não se escondessem nos gabinetes, deixando que as coisas assumam este tipo de proporções. Tenho a impressão que esta história vai continuar a dar muito que falar!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Joaquim Mendes vai treinar Sertanense


O Sertanense vai participar, na próxima época, no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão. Esta é a segunda vez que o clube joga nesta competição, pelo que a Direcção está já a preparar cuidadosamente esta presença. A grande novidade é a contratação do treinador Joaquim Mendes, que substitui Eduardo Húngaro, que não aceitou a proposta efectuada pela Direcção. Estão também garantidos cinco reforços.
“Do conhecimento da pessoa, que além de treinador é um excelente indivíduo, enderecei o convite e não foi difícil chegarmos a acordo”, sublinhou Paulo Farinha, presidente do Sertanense, em declarações à Rádio Condestável, a propósito do novo técnico.
Joaquim Mendes, que chegou a representar enquanto futebolista o Sporting da Covilhã, conta no seu currículo de treinador com passagens pelo Madalena, Pinhalnovense e Lagoa.
Quanto a novos jogadores, o clube sertaginense assegurou já a contratação do médio Bruno Grou (ex-Pinhalnovense), dos defesas centrais Flávio (ex-Barreirense e Madalena) e Leo Baíha (ex-Portimonense), do extremo João Boiças (ex-Lagoa) e do médio Bruno Carvalho (ex-Caniçal).
No capítulo das renovações, Filipe Avelar, Leandro, Dani, Marco Farinha e Pedro Miguel já acertaram a continuidade na formação. Por seu lado, Salgueiro resolveu “pendurar as botas”, colocando um ponto final numa carreira futebolística de mais de duas décadas dedicada, quase em exclusivo, ao Sertanense.
O regresso aos trabalhos para a nova época está marcado para o dia 26 de Julho.
Entretanto, no passado sábado, o ex-treinador do Sertanense, Eduardo Húngaro, foi eleito Melhor Treinador de Futebol sénior, durante a 1.ª Gala do Futebol Distrital de Castelo Branco. Paulo Farinha (Melhor Dirigente) e Bruno Xavier (Melhor Jogador) estavam também entre os nomeados nas respectivas categorias.