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terça-feira, 3 de março de 2009

Acontecimentos marcantes: Telégrafo na Sertã


O calendário marcava o dia 1 de Dezembro de 1877 quando, na Sertã, foi inaugurado o serviço de telégrafo. A data foi assinalada com grande pompa e circunstância na vila.
A importância deste meio de comunicação foi por todos reconhecida e a sua entrada em funcionamento aproximou a Sertã das localidades vizinhas e do resto do país.
Quanto às origens do telégrafo, recorremos à Infopédia para ficar a saber um pouco mais: “No século XVIII Claude Chappe em França e George Murray em Inglaterra inventaram os primeiros telégrafos modernos de sinalização visual que permitiam comunicar a distâncias longas com o auxílio de telescópios. Em 1819, Hans Christian Ørsted descobriu que a corrente eléctrica podia mover uma agulha. Na Grã-Bretanha chegou a ser usado, em 1837, um aparelho telegráfico com base neste sistema, o telégrafo de Cooke e Wheatstone de cinco agulhas: as agulhas apontavam para um painel com letras e números, indicando-os. Contudo, o telégrafo que mais se notabilizou foi o de Samuel Morse (1791-1872) e Alfred Vail (em 1835). Este telégrafo era formado por um aparelho emissor e um outro receptor e permitia comunicar através de uma única tecla que, quando premida, fechava um circuito eléctrico emitindo um sinal marcado numa tira e papel, um sinal sonoro ou luminoso. Para este tipo de comunicação Morse teve de criar um código (o código Morse) que traduzia sob a forma de pontos e traços o alfabeto inteiro, a pontuação e os algarismos”.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Acontecimentos marcantes: Primeira edição da FAFIC


Há quem ainda hoje suspire pela Feira Agrícola, Florestal, Industrial e Comercial (FAFIC) da Sertã. Escusado será dizer que a sua primeira edição, em 1984, marcou um ponto de viragem na vida do concelho, que se estendeu às edições seguintes.
Mas voltemos à primeira, que teve lugar entre 16 e 24 de Junho de 1984. Segundo as contas da organização, foram mais de 100 os expositores presentes, ao passo que o número de visitantes nunca foi devidamente contabilizado, mas há quem garanta que foram “uns bons milhares” os que passaram pela Alameda de Carvalha durante aquela semana.
Entre as atracções musicais, o destaque foi para Herman José, que na altura corria o país de lés-a-lés, com a sua performance que misturava comédia e música.