quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Novo mapa judiciário coloca Sertã na circunscrição Beira Interior Sul


O tribunal da Sertã poderá vir a ser integrado na circunscrição judicial Beira Interior Sul, que terá sede em Castelo Branco, caso a proposta do novo Mapa Judiciário, apresentada pelo Governo no final do ano passado, seja aprovada na Assembleia da República.
O novo Mapa Judiciário, cuja proposta poderá ser consultada no website do Sindicato dos Magistrados, baseia-se no modelo de divisão administrativa NUTIII. “As especiais características e necessidades do sector judiciário exigem que a divisão territorial se aproxime da evolução natural do volume processual, em cada zona”, refere o documento.
Segundo o Diário XXI, que cita uma fonte do PS, o documento ainda “não está acabado”, sendo que “o mais importante”, nomeadamente a regulamentação que poderá prever o desdobramento das circunscrições em comarcas, criando tribunais de competência especializada, “não está no documento”.Na prática, serão criadas 35 novas circunscrições judiciais, ficando a Sertã integrada na Beira Interior Sul, juntamente com os concelhos de Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Mação, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Alunos da Sertã participam nas gravações de CD


25 crianças do Agrupamento de Escolas de Sertã vão participar nas gravações do CD «Os Amigos de Zéthoven», no próximo dia 1 de Março. Os alunos sertaginenses integram um grupo de 360 crianças e uma orquestra de 50 músicos que estarão envolvidas nesta iniciativa. Esta é a primeira vez que um grupo de alunos daquele estabelecimento de ensino participa nas gravações de um CD do género. Segundo a organização, serão gravados 12 temas (escolhidas entre um total de 323 canções), não se conhecendo, para já, qual a data de edição do álbum.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

«Sertã... no coração do Pinhal» (pt.2)


Continuamos a publicação do texto inédito «Sertã... No Coração do Pinhal», com a apresentação da segunda parte:



A placa toponímica que assinala a entrada na vila sede de concelho acabou de passar diante dos nossos olhos. Algumas casas de pedra e dois prédios de três andares são as primeiras coordenadas que anotamos do local. Contornamos uma enorme rotunda, ainda em construção, e atravessamos a rua 1º de Dezembro. A estreiteza da rua provoca alguns engarrafamentos de segundos. As pessoas vão passando e lançam-nos olhares de curiosidade. Ali todos se parecem conhecer, pelo menos é a primeira impressão com que ficamos.
Passamos ao lado da Ponte de Pelomes (vulgarmente conhecida por Ponte de Santo Amaro) e seguimos. Olhamos para o alto e a nossa atenção e imediatamente requisitada pela imagem do castelo de Sertório, ou daquilo que resta dele. Nos primórdios, o castelo era constituído por três torres que se dispunham em forma de triângulo. Actualmente, resta apenas uma torre (reconstruída por várias vezes) e a capela de São João Baptista, também ela alvo de muitas intervenções.
A nossa atenção vira-se agora para o jardim que se encontra mesmo à nossa frente. Aí, uma fonte, curiosamente baptizada de Fonte da Boneca é aproveitada para saciar a nossa sede. Em frente a praça de táxis, onde homens encostados a veículos de cores várias esperam pacientemente pelo próximo cliente.
A rua Cândido dos Reis (vulgo rua do Vale), em frente, convida a uma caminhada artéria acima. Ocomércio tradicional e a antiguidade das casas misturam-se num cenário deveras pitoresco. À medida que nos vamos embrenhando no coração do centro histórico da vila, vamos auscultando os rostos das pessoas que por ali passam, as conversas que pontuam o início de tarde, a frescura dos lugares à sombra, a simplicidade arquitectónica das habitações de pedra que estão em frente e, acima de tudo, as irresistíveis “quelhas” que nos convidam a entrar num lugar desconhecido. Resolvemos atalhar por uma delas. Depois de ultrapassarmos a pequena rampa em forma de escada, seguimos por um caminho forrado a calçada. Uma antiga loja de artigos em latão (ou coisa parecida) surge à nossa direita: um regador de metal e uma estranha bacia atravessada por uma “ripa” de madeira decoram a entrada do estabelecimento. Três velhotes sentados junto à soleira de uma porta falam de futebol. Um deles lança um olhar na nossa direcção e pergunta-nos se estamos perdidos. Mecanicamente, respondemos que não. Sorri e continua a conversar com os outros dois que não deram sequer pela nossa presença.
Passamos pela Capela da Misericórdia. Construída algures entre os séculos XVI ou XVII, o seu pórtico renascentista, a janela gótica e os painéis de azulejos figurativos e geométricos ficam a merecer uma visita mais atenta. Um pouco mais acima, atingimos o Largo do Adro, local onde está instalada desde 1404 a igreja Matriz. Apesar da estrutura exterior se assimilar a muitas das igrejas construídas durante o renascimento e em períodos precedentes, após entrarmos no interior, somos presenteados pelas suas três naves, todas elas separadas por arcos de granito de traço gótico (estilo predominante em toda a igreja). Na nave principal, um conjunto de painéis de azulejos com as representações dos apóstolos e algumas talhas douradas acabam por revelar-se uma agradável surpresa.
Seguimos até ao Largo do Município, onde se encontram os Paços do Concelho. Inspirado no seu congénere lisboeta, o edifício que alberga a Câmara Municipal da Sertã, construído em 1926, encontra-se distribuído por dois andares e com uma escadaria principal de grande beleza.
Depois de tomarmos a rua dr. Romão de Mascarenhas (também conhecida por rua do Castelo) em sentido descendente, desaguamos na Alameda da Carvalha (em tempos baptizada de Alameda Salazar). Autêntico jardim à beira rio, a sua visão acompanha-nos até à ponte romana. Construída no tempo dos filipes, este lindíssimo monumento é constituído por seis arcos em pedra e por uma estreita via pedonal que liga as duas margens.

Tudo a zero

Sertanense e Vitória de Sernache não foram além de um empate a zero, nos jogos que disputaram, este fim-de-semana, para a 3.ª Divisão e Distrital de Castelo Branco, respectivamente.
Na deslocação sempre difícil a Soure, o Sertanense conseguiu trazer um ponto, mercê do empate registado frente ao Sourense. Com este resultado, os homens da Sertã mantiveram a terceira posição na classificação, com 28 pontos.
No Distrital de Castelo Branco, o Vitória de Sernache recebeu o Águias Moradal e o nulo foi o resultado verificado ao fim dos noventa minutos. A equipa vitoriana ocupa actualmente a terceira posição do Distrital, com 29 pontos.
Nos Juniores, a primeira fase do Distrital terminou este fim-de-semana. O Sertanense, já apurado para a segunda fase, foi derrotado em casa (2-1) pela AD Fundão, mas, mesmo assim, garantiu o primeiro lugar do campeonato, ao fim de 14 jornadas. O Vitória de Sernache, que folgou nesta última jornada, quedou-se pela última posição, com apenas um ponto averbado.
Nos iniciados, Sertanense e Vitória de Sernache defrontaram-se este fim-de-semana e o jogo terminou com um empate (1-1). A formação da Sertã manteve a sétima posição e o Vitória o nono lugar.
Na fase-final do Distrital de Escolas, o Sertanense voltou a ser derrotado, na segunda jornada, pelo Valongo (4-2) e ocupa a última posição da prova, ainda sem pontuar. Na Taça AFCB de Infantis, o conjunto da Sertã, num jogo muito emotivo, não conseguiu aguentar a pressão e saiu derrotado (5-4) do confronto frente ao Idanhense.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Memórias: Cimo da Vila (rua)


À primeira vista, muito parece ter mudado nesta zona da Sertã: o jardim frondoso que vemos do lado esquerdo da imagem deu lugar a uma réplica mais pequena e que hoje definha aos olhos de todos quantos por ali passam; a via é mais larga, o que permite a circulação nos dois sentidos; os edifícios são mais vistosos, apesar de nem sempre isso ser um sinal evidente de progresso e o piso é significativamente melhor.
À segunda vista, concluímos que a zona do Cimo a Vila está “ligeiramente” diferente! Para melhor ou para pior, não sei. O que sei é que as memórias são boas para nos ajudar a compreender um pouco do presente.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

«Sertã... no coração do pinhal» (pt.1)





O post de hoje é diferente. Para aqueles que ainda não têm o prazer de conhecer o nosso concelho (e até para os que já o conhecem), resolvemos divulgar um texto inédito, que esteve agendado para ser publicado numa revista de viagens nacional, intitulado: «Sertã... no coração do pinhal».
Devido à sua extensão, resolvemos publicá-lo em três partes. Aqui fica a primeira:

«Sertã... no coração do pinhal»

O verde que cobre todo o coração do pinhal é o mesmo verde que nos recebe na Sertã. Uma paisagem onde a natureza assume papel de destaque e os traços de um concelho perdido nos confins da beira, nos fazem querer descobrir alguns dos muitos tesouros que estas paragens teimam em esconder dos olhares mais desatentos. Uma viagem pela coração do pinhal e da Beira Interior...


Lançamo-nos à estrada logo pela manhã em direcção ao Interior profundo do nosso Portugal. Os quilómetros vão ficando para trás e a «selva urbana» dá lugar aos montes e vales forrados a verde. O ar que se respira parece diferente.
A seguir a uma das muitas curvas, surge a primeira reacção de espanto. Diante de nós estende-se a albufeira de Castelo de Bode, onde entre duas margens carregadas de densa vegetação, o rio Zêzere é conduzido até ao ponto de encontro com o rio Tejo, uns quilómetros mais abaixo.
As águas são límpidas e convidam a um mergulho. O único problema é que a esta hora da manhã, a temperatura da água não deve ser a mais aconselhável para este tipo de aventuras.
A ponte do Vale da Ursa, que serve de porta de entrada para o concelho da Sertã, conduz-nos até à margem pretendida. A meio do seu tabuleiro, paramos e lançamos o olhar em direcção aos montes que cercam as águas, ao verde que cobre os pinheiros, às escarpas que se estendem ao sol, às curvas e contra-curvas do rio.
O silêncio é quase total. A paisagem em nosso redor é um convite ao recolhimento e à contemplação. Ao fundo alguém parece ter aproveitado as primeiras horas do dia para uma voltinha de barco... a remos. Este é um dos muitos desportos que as condições da albufeira propicia. As caminhadas a pé junto das margens são também bastante apetecíveis.
Depois de atravessar a ponte, deixamos para trás uma placa de metal com uma mensagem de boas-vindas à Sertã. O caminho é ligeiramente a subir. Uma estrada estreita e cheia de curvas conduz-nos pelo meio de extenso arvoredo que, aqui e ali, é interrompido por pequenos campos de cultivo, onde homens idosos tentam tirar algum sustento da terra, e por pequenas casas brancas, despidas de vida, que esperam por tempos melhores.
A vila de Cernache do Bonjardim surge sem aviso. Pequenas habitações, secundadas por bonitas moradias vão desfilando pela berma da estrada. Uma serração, um stand de automóveis e algumas indústrias completam o primeiro instantâneo que tiramos à vila beirã.
Mais à frente, um dos motivos de orgulho da terra: o Colégio das Missões Ultramarinas. Fundado por D. João V, em 1791, e inicialmente baptizado de Seminário do Grão-Priorado, o colégio ergue-se diante de um bem-tratado jardim, onde uma imagem em pedra de Nossa Senhora dá as boas-vindas a quantos por ali passam.
Junto à porta encontramos um grupo de alunos que conversam animadamente. Ao avistarem-nos, o silêncio toma conta do diálogo. Os seus olhares segue-nos com curiosidade mas rapidamente voltam à conversa animada.
No interior, um enorme corredor de pedra. Portas e mais portas, de onde por vezes saem pequenos rapazes com livros debaixo do braço. Deste colégio têm saído ao longo da sua história, vários missionários incumbidos de espalhar a fé católica pelas paragens portuguesas de África e do Oriente. Antes de sairmos, uma olhadela mais pela exposição de quadros do século XVIII com motivos religiosos, expostos ao longo das suas paredes.
As ruas de Cernache estão calmas. À excepção do pequeno reboliço em frente ao mercado municipal, tudo o resto corre ao sabor de uma ligeira brisa. Passamos diante da Igreja Matriz e olhamos, por momentos, para a sua torre com carrilhão. Ao fundo das escadas que dão acesso a este templo religioso, encontra-se fixado, numa das paredes laterais, um painel de azulejos com uma representação da vila cernachense nos idos de 1618. Uma pequena viagem no tempo.
Viramos costas ao painel e embrenhamo-nos por uma rua logo em frente. A estreiteza do caminho e o baixo casario não nos faz desanimar. Mulheres no parapeito das janelas aproveitam para estender algumas peças de roupa, crianças de tenra idade correm atrás de uma bola e dois velhotes conversam à entrada de uma taberna. Os seus olhares, durante um instante, cruzam-se na nossa direcção. De volta à rua principal e depois de uma ligeira caminhada damos de caras com a estátua do condestável D. Nuno Álvares Pereira (que aqui nasceu em 24 de Junho de 1360), no centro de uma rotunda.
Á saída da vila, avistamos mais alguns solares. Um deles prende a nossa atenção. Na entrada do mesmo, um curioso fontanário serve de pouso a duas crianças, esculpidas em pedra, que se tentam proteger debaixo de um chapéu de chuva de cor azul.
A vila da Sertã é agora o próximo destino. Até lá, atravessamos mais uma densa camada de pinhal.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Uma Fonte com cada vez menos Pinta





Quase todos os sertaginenses, e não só, têm memórias associadas a este local. Era um dos sítios mais emblemáticos dos jovens e menos jovens, onde quase todos passaram momentos de alegria e convívio. Eu recordo com saudade os magustos que se faziam por ali nos tempos da escola primária.
No entanto, hoje a Fonte da Pinta é uma pálida imagem daquilo que foi noutros tempos. O mato e outras ervas rasteiras tomaram conta do local e a fonte está votada ao abandono, apesar da água continuar a correr em pequenos fios.
Não sei quem são os culpados por tamanho atentado à vila da Sertã e quem deixou que um local destes chegasse a este ponto. Todavia, o que sei é que a Câmara Municipal da Sertã, e em especial todos nós, devíamos tentar fazer algo para não deixar morrer de vez este ex-libris da vila. Mais do que um apelo, este é um grito de alerta!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Jogador do Sertanense chamado à Selecção Nacional de Sub 19


O Sertanense vai ter, pela primeira vez, um jogador dos seus quadros numa selecção nacional de futebol. Trata-se do guarda-redes Fábio, que foi convocado por Agostinho Oliveira para os trabalhos da Selecção Nacional Sub 19, que efectua treinos hoje e amanhã, no Complexo Desportivo do Jamor.
Depois das excelentes prestações ao serviço da Selecção Distrital de Sub 19 de Castelo Branco (onde também esteve integrado Marco Farinha), o jogador Fábio Mendes vê toda a sua qualidade ser reconhecida com esta chamada à selecção nacional, um feito inédito e que merece ser realçado.
Deixamos de seguida, a lista dos 26 jogadores convocados e o respectivo clube:
ADCE Diogo Cão: Mário Palmeira;
Boavista FC: Ricardo Neves e Rui Raínho;
CF Est. Amadora: Jaló;
CD Aves: Miguel Vítor e Romeu Ribeiro;
CD Nacional: Carlos Pita;
FC Porto: André Pinto, Tengarrinha e Valter Fernandes;
Leixões SC: Arsénio;
Real SC: Helmut;
Rio Ave FC: Fábio Faria;
SC Braga: Pizzi e Stélvio Cruz;
Sertanense FC: Fábio Mendes;
SL Benfica: André Carvalhas, Miguel Rosa e Ruben Lima;
Sporting CP: Adrien Silva, André Santos, Diogo Rosado, Marco Matias, Rui Figueiredo e Wilson Eduardo;Vitória SC: Rabiola;

Sertanense empata e Sernache vence

O Sertanense desperdiçou uma grande oportunidade de se aproximar do segundo classificado da Série D, da 3.ª Divisão Nacional (Unhais da Serra), ao ceder um empate (1-1), diante do Penamacorense, na jornada deste fim-de-semana. Por seu lado, o Vitória de Sernache subiu à segunda posição do Distrital de Castelo Branco, depois de vencer (4-0) o Atalaia do Campo.
Um festival de golos falhados. Este podia ser o título da crónica do jogo que colocou frente-a-frente Sertanense e Penamacorense. O empate final não ilustra aquilo que se passou dentro das quatro linhas, onde os homens de Eduardo Húngaro desperdiçaram mais de uma dezena de oportunidades de golos, algumas delas flagrantes.
A equipa da Sertã entrou algo adormecida no jogo mas, ainda assim, as primeiras jogadas de perigo pertenceram-lhe, com o irrequieto Vicente a não dar descanso aos defesas contrários.
O Penamacorense respondia em perigosos contra-ataques, que foram sendo resolvidos, com maior ou menor dificuldade, pela defesa sertaginense.
Quando todos já esperavam pelo intervalo, Vicente numa excelente jogada pelo lado esquerdo, tirou dois defesas da frente e «fuzilou» o guarda-redes da formação de Penamacor.
Na segunda parte, o Sertanense dominou a seu belo prazer, desperdiçando inúmeras situações de golo, com Zâmbia , Hygor e Vicente em destaque no capítulo das oportunidades.
No entanto, à medida que o final do jogo se aproximava, o Sertanense intranquilizou-se e o Penamacorense começou a subir no terreno. Foi numa destas investidas, que os visitantes chegaram ao empate, na sequência de um lance infeliz do central Pedro Miguel, que desviou a bola do guardião Fábio e introduziu-a na baliza.
Em Cernache do Bonjardim, o Vitória local «despachou» o Atalaia do Campo e subiu à segunda posição do Distrital de Castelo Branco. Os golos da equipa vitoriana foram apontados por Rui Domingues, Dani, Miguel Farinha e por um defesa do Atalaia, que fez auto-golo.
O Vitória de Sernache está neste momento a dois pontos do líder, o Alcains, que tem vindo a fazer uma recuperação surpreendente na prova.
No Distrital de Juniores, o Sertanense, apesar de ter folgado nesta jornada, manteve o comando, com 28 pontos, mais cinco que o segundo classificado, o Benfica de Castelo Branco. A primeira fase termina no próximo fim-de-semana, altura em que o Sertanense recebe a AD Fundão. Entretanto, são já conhecidas as equipas que participarão na segunda fase desta prova: Sertanense, Benfica de Castelo Branco, Sporting da Covilhã e AD Fundão.
Para o mesmo campeonato, o Vitória de Sernache alcançou, este fim-de-semana, o seu primeiro ponto, na sequência do empate (2-2) alcançado em Alcains.
Os iniciados do Sertanense receberam e venceram (4-0) o Teixosense e subiram à sétima posição do campeonato, ao passo que os infantis golearam (7-2) a equipa do Penamacorense, na primeira jornada da fase-final da Taça AFCB. Na fase-final do Distrital de Escolas, o Sertanense não começou da melhor maneira a sua participação, saído derrotado (6-2) da deslocação ao terreno do Sporting da Covilhã.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Memórias: Rua da Misericórdia (zona envolvente)


Quantas e quantas vezes não descemos esta rua em pleno centro histórico da Sertã? Encolhida entre o pequeno casario e ornamentada pela igreja da Misericórdia (um tesouro que permanece escondido aos olhos de muitos), a rua foi palco de milhentas histórias e de muitas transformações.
Nesta foto de meados do século passado, o castelo (ou o que restava dele) olha-nos lá do alto, com uma atitude altiva, e a calçada afaga-nos o passo em direcção à rua do vale.
Memórias de um tempo que ainda hoje nos faz companhia, apesar de ser um local onde já poucos passam ou que entretanto esqueceram…