quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Incêndios são o principal problema das florestas


Já se sabia, mas agora há relatórios que o comprovam. Os incêndios são “o principal problema das florestas na Europa”, que é uma região única no mundo onde os ecossistemas florestais estão em expansão.
Um relatório das Nações Unidas, divulgado esta semana, concluiu que “ardem anualmente centenas de milhares de hectares de floresta”, sendo que, “enquanto o número de incêndios florestais aumentou, a área ardida manteve-se estável entre 2000 e 2005, sobretudo graças a um combate mais eficaz aos incêndios em vários países”. É curioso notar que a superfície das florestas europeias cresceu 13 milhões de hectares nos últimos 15 anos e elevou-se a mais de mil milhões de hectares, o que representa 44 por cento da superfície do continente e 25 por cento da superfície de florestas em todo o planeta.Simultaneamente, o volume de madeira atingiu o nível recorde de 112 mil milhões de metros cúbicos, e continua a aumentar à razão de mais de 350 milhões de metros cúbicos por ano, segundo o relatório.Tudo isto, para dizer que a floresta é um recurso que continua a ser decisivo nas economias locais e a Sertã, concerteza, tem muito a ganhar com isso. A questão é saber se as entidades, que tão mal têm gerido um dos nossos bens mais preciosos, aprenderam alguma coisa com os incêndios dos últimos anos.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

População do Troviscal descontente

Há coisas que são difíceis de entender, ou até mesmo de aceitar. Na semana passada, uma notícia no jornal Gazeta do Interior dava conta do descontentamento da população da freguesia do Troviscal relativamente a alguns problemas que ainda aguardam solução, nomeadamente o que diz respeito à cobertura de rede móvel na freguesia.
Apesar dos constantes apelos e dos muitos abaixo-assinados enviados às entidades competentes, a cobertura de rede móvel continua a ser deficiente ou quase inexistente nos locais mais baixos da freguesia.
Este é um daqueles problemas de fácil resolução, bastando apenas alguma boa-vontade dos operadores. Outra das queixas mais frequentes da população da freguesia prende-se com a falta de uma caixa de multibanco. Neste caso, a solução pode passar por convencer alguma das entidades financeiras que actuam no concelho a suportar a instalação desta estrutura.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Memórias: «Bombas» de gasolina em Santo Amaro


Numa altura em que a crise petrolífera, pelo lado dos preços, voltou a estar na ordem do dia, nada melhor do que recuar no tempo e recordar um dos mais antigos postos de abastecimento da vila, ali para os lados de Santo Amaro.
A imagem é reveladora e tudo nela parece icónico. Desde os depósitos até à oficina ainda em construção, passando pela exiguidade do espaço, tudo são pormenores ricos em história.
Não posso deixar também de chamar a atenção para a empresa que na altura abastecia este posto de combustíveis (Sonap). Trata-se de uma distribuidora, criada em 1933, que rivalizava com o principal colosso da altura – a Sacor. Depois do 25 de Abril, estas duas empresas, juntamente com a Cidla e a Petrosul, viriam a dar origem à Petrogal, hoje Galp.

Sertanense e Sernache mediram forças

O Sertanense goleou ontem (6-1) o Vitória de Sernache, em jogo amigável, disputado no Campo Dr. Marques dos Santos, na Sertã. Numa partida, em que o resultado evidencia as diferenças competitivas entre as duas equipas, os dois treinadores aproveitaram para fazer várias substituições e rodar alguns dos jogadores menos utilizados.
O domínio do Sertanense foi avassalador e no final da primeira parte o resultado era exemplo disso (4-0). Numa tarde inspirada, Vicente assinou um hat-trick, com os restantes golos a serem apontados por Bruno Xavier, Rabat e Milford.
O tento de honra do Vitória chegou por intermédio de um antigo jogador do Sertanense, Miguel Farinha.
Nas camadas jovens, a equipa da Sertã continua a sua caminhada triunfal no Distrital de Juniores, depois de averbar mais uma vitória, neste fim-de-semana, frente ao Alcains. O primeiro lugar da tabela é da formação sertaginense, que ao fim de cinco jogos, soma 13 pontos (quatro vitórias e um empate).

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

A lenta agonia do centro histórico

É triste, sempre que passo por ali, assistir à lenta agonia de uma das zonas mais emblemáticas da vila da Sertã. O centro histórico – se é que é possível chamar-lhe isso – é hoje uma pálida imagem do que foi em tempos. Algumas das casas mais emblemáticas estão em ruína, a população envelhecida, o comércio que resta aguarda por melhores dias. Encontrar responsáveis por esta situação não seria complicado. No entanto, esse seria o caminho mais fácil. Mais difícil, isso sim, é tentar encontrar uma forma (ou mesmo uma fórmula) que inverta o actual cenário.
Quando olhamos para o estado actual do centro histórico, uma conclusão parece óbvia: os sertaginenses deixaram de andar por ali, à excepção dos que lá vivem ou dos que por lá passam a caminho do trabalho ou de outra actividade mais lúdica.
As ruas e ruelas estão cheias de memórias. Contudo, já ninguém mostra grande vontade de morar por aqui. Não podemos culpá-los, até porque para aqueles que o quisessem fazer não tinham onde. As poucas casas disponíveis apresentam preços exorbitantes e as outras nem sequer dispõem de condições de habitabilidade.
O comércio que nos tempos de outrora tinha aqui a sua morada, nomeadamente na rua do Castelo e na rua do Vale, partiu para outras paragens (Praceta do Pinhal ou zonas próximas). Os que ficaram queixam-se dos poucos clientes. E até as obras de requalificação levadas a cabo pela Câmara, há alguns anos, parecem não ter surtido o efeito desejado.
Mas como é que este problema se resolve? A questão é pertinente, mas até eu não encontro uma solução muito viável para resolver o problema, no curto-prazo. E depois, há a questão das dinâmicas que devem ser criadas e que outras zonas da Sertã souberam criar – e bem. Não podemos obrigar ninguém a morar aqui, mas podemos preservar melhor aquele que é o nosso passado. O exemplo da Casa das Guimarães, que a Câmara decidiu agora demolir, é paradigmático. Um imóvel municipal a cair aos bocados e mais um pouco da história da Sertã que se apaga.
Espero voltar ao tema brevemente, mas para já a discussão fica aberta...

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Escola Secundária da Sertã com piores resultados


A Escola Secundária da Sertã ficou classificada no 318.º lugar, entre 496 estabelecimentos de ensino, no ranking das médias de exame do ensino secundário. Os dados do Ministério da Educação dão conta de que a escola sertaginense apresentou uma média final de 9,52, a mais baixa dos últimos anos, tendo sido realizados 285 exames.
A posição alcançada pela Secundária da Sertã acabou por não corresponder às expectativas. Depois do brilharete de 2006 (130.º lugar, com uma média final de 10,85), os alunos deste estabelecimento de ensino obtiveram notas mais fracas este ano.
Em termos estatísticos e se calcularmos as médias obtidas durante os últimos sete anos (2001-2006), a Escola Secundária da Sertã consegue uma média positiva (10,16). Neste período, o destaque vai para os resultados obtidos em 2002 (10,26), 2005 (10,16) e 2006 (10,85).A nível distrital, o estabelecimento de ensino sertaginense quedou-se pela sexta posição, em 2007.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Sertanense imparável na 3.ª Divisão

O Sertanense continua imparável no Nacional da 3.ª Divisão (Série D) e, ao fim de oito jornadas, ainda não sofreu qualquer derrota. Este fim-de-semana, a turma da Sertã deslocou-se ao terreno do Caranguejeira e goleou (4-0) a equipa local. A outra equipa do concelho - o Vitória de Sernache não foi feliz na sua deslocação a Alcains (derrota por 3-2).
O domínio do Sertanense foi avassalador, não dando qualquer tipo de hipóteses ao último classificado do campeonato, uma formação que ainda não somou qualquer ponto esta época. Foram quatro golos, mas podiam ter sido muitos mais.
Com este resultado, os comandados de Eduardo Húngaro mantém a terceira posição desta prova, com menos três pontos que o primeiro classificado (Monsanto) e menos dois que o segundo (Unhais da Serra).
Em Alcains e apesar de ter estado a vencer por 2-0, o Vitória de Sernache não conseguiu evitar a reviravolta do resultado e consentiu uma derrota (3-2), que o atirou para o sexto lugar, a cinco pontos do duo da frente (AD Fundão e Atalaia).
Nas camadas jovens, o Sertanense goleou o Silvares (10-0) em jogo a contar para a quarta jornada do Distrital de Juniores. A equipa da Sertã está no segundo lugar da prova, com menos três pontos do que o líder, mas tem um jogo em atraso. Também para este campeonato, o Vitória de Sernache foi batido em casa (3-2) pelo Sporting da Covilhã e ocupa a última posição, ainda sem pontuar.
Nos Iniciados, a formação da Sertã foi vencida em casa (1-0) pelo Académico Fundão, e ao fim de três jornadas, ocupa a 10.ª posição, com um ponto.Em jogo a contar para o Distrital de Infantis, o Sertanense não conseguiu evitar a derrota (3-0) em Vila de Rei, frente ao Vilarregense, enquanto nas Escolas, os miúdos continuam na senda das vitórias: este fim-de-semana venceram (3-1) a Casa do Benfica de Castelo Branco.

domingo, 28 de outubro de 2007

Biomassa: medo ou ignorância?


Um dos nossos leitores, por ocasião de um texto aqui publicado sobre a nova central termoeléctrica a biomassa florestal, a instalar na Zona Industrial da Sertã, fez-nos chegar uma notícia que dava conta dos protestos dos habitantes de uma localidade do concelho de Sintra perante a instalação de uma estrutura deste género na sua zona.
Posto isto, e como a discussão pública destes projectos se faz quase sempre no quentinho dos gabinetes, resolvi investir um pouco de tempo a tentar perceber quais seriam as vantagens e desvantagens da instalação deste tipo de centrais.
Segundo a Quercus, a biomassa é a energia gerada a partir de material vegetal, podendo ser transformada em energia através de combustão, gaseificação, fermentação, ou produção de substâncias líquidas. “É uma energia biológica em que o conjunto de organismos que podem ser aproveitados como fontes de energia são por exemplo: a cana-de-açúcar, o eucalipto e a beterraba (dos quais se extrai álcool), o biogás (produto de reacções anaeróbicas da matéria orgânica existente no lixo), diversos tipos de árvores (lenha e carvão vegetal) e alguns óleos vegetais (amendoim, soja)”, constata aquela entidade.
Entre as vantagens contam-se o baixo custo de obtenção da matéria-prima, a não emissão de dióxido de enxofre, as cinzas são menos agressivas ao meio ambiente do que as provenientes de combustíveis fósseis, a menor corrosão dos equipamentos (caldeiras, fornos), o menor risco ambiental, o facto de ser um recurso renovável e as suas emissões não contribuirem para o efeito estufa.
No entanto, também existem desvantagens: maior possibilidade de geração de material particular para a atmosfera (isto significa maior custo de investimento para a caldeira e os equipamentos para remoção de material particular), dificuldades no armazenamento e menor poder radiador.
Outro dado curioso diz respeito ao facto de vários especialistas duvidarem das potencialidades destas centrais na produção de energia. Segundo um estudo de uma ONG internacional, “a produção de electricidade a partir de biomassa é genericamente menos eficiente que a produção de electricidade a partir de outros combustíveis devido a um menor poder calorífico do combustível, maior variabilidade do conteúdo em humidade e maior heterogeneidade dos combustíveis. A eficiência de combustível destas centrais está tipicamente abaixo dos 35% (valor eventualmente possível para centrais bem desenhadas e correctamente operadas)”.
Mas há o outro lado. Os responsáveis da Central Termoeléctrica de Mortágua, que tem na biomassa o seu principal combustível, apresentaram recentemente as conclusões do relatório sobre o funcionamento desta unidade, inaugurada em 1999. “Este projecto desenvolvido nos anos noventa pela EDP – Electricidade de Portugal em consórcio com o Centro da Biomassa para a Energia (CBE), permitiu a utilização dos resíduos florestais, muito abundantes naquela zona, para produzir electricidade, criando condições para a limpeza das matas e florestas, por parte dos seus proprietários, contribuindo assim para a redução dos riscos de incêndio, para o ordenamento florestal da zona Centro do País e para a redução da dependência energética externa e aumenta a penetração das energias renováveis em Portugal”.
Antes de terminar, gostava de realçar que este texto não pretende fazer qualquer juízo de valor a favor ou contra a central de biomassa. O objectivo é apresentar os dois lados da questão e tentar potenciar a discussão sobre o tema.
Considero a instalação de estruturas deste género um impulso muito importante para a economia do nosso concelho e um contributo decisivo para o nosso ambiente, mas também entendo que seja necessário discutir as coisas com frontalidade e sem receios de qualquer espécie. O concelho só tem a ganhar e as pessoas ficam mais informadas. Isto porque, no caso que o nosso leitor nos trouxe, através daquela notícia, o que mais me “chocou” foi a falta de informação daquelas pessoas e o medo que votavam ao desconhecido.

É triste dize-lo, mas já vi muitos políticos fazerem-se valer desta ignorância para daí recolher dividendos.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Memórias: Avenida Gonçalo Rodrigues Caldeira


A inauguração da nova biblioteca da Sertã aconteceu no passado sábado, ali na Avenida Gonçalo Rodrigues Caldeira. Mas não é essa a razão deste texto. As nossas Memórias de hoje conduzem-nos a esta mesma avenida em meados da década de 50 do século passado.
Uma altura em que os carros ainda se estacionavam do lado esquerdo da via, as árvores ainda se erguiam junto à ribeira e a ponte de Santo Amaro era ainda transitável para veículos. Nas casas da zona, as diferenças também se fizeram sentir. Entre a casa dos magistrados (hoje biblioteca) e o prédio de três andares do início da avenida, os imóveis são hoje totalmente diferentes: ampliações, novas construções ou simplesmente alteração de fachadas marcam esta rua que uns anos depois deste “instantâneo” havia de assistir a uma chegada da Volta a Portugal, em ciclismo.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

José Paulo Farinha em discurso directo


É um momento raro (não por culpa do visado), mas que vale a pena não perder. O presidente da Câmara Municipal da Sertã concedeu uma entrevista há cerca de duas semanas a uma revista beirã (Kaminhos Magazine), onde dá conta das suas prioridades para o que resta do seu mandato e das queixas que faz relativamente ao Governo de Sócrates.
Mas vamos às prioridades. José Paulo Farinha concentra a aposta em “conseguir tirar o maior potencial possível dos três recursos com que este concelho foi contemplado – água, floresta e ambiente”, ao mesmo tempo, que defende uma estratégia de captação de micro e pequenas empresas, se possível de alta tecnologia. Sobre o ambiente, o presidente da Câmara da Sertã considera que “foi uma das áreas prioritárias desde que tomámos posse em 2002. Um dos trabalhos que realizámos foi a identificação das «Medidas e Acções de Apoio à Floresta», que visa uma primeira aproximação à gestão sustentável da floresta. Outro dos trabalhos empreendido neste domínio foi a conclusão da «Agenda 21 Local do Município da Sertã»”. Neste particular, não posso deixar de dar os parabéns a José Paulo Farinha, até porque a Sertã foi o primeiro concelho do país a concluir a Agenda 21.
Quantos aos projectos em curso, nomeadamente no que concerne aos três recursos “com que o concelho foi contemplado”, o autarca destaca o alargamento do parque do Cabeço Raínho e a construção da central de biomassa na Zona Industrial da Sertã, a cargo da Palser. Referência também para a energia hídrica, “estando a desenvolver-se estudos que irão concretizar, futuramente, no terreno as conclusões dessas acções”, nota José Paulo Farinha.
No capítulo das acessibilidades, apesar de algumas melhorias, as coisas não estão tão bem, designadamente no que se refere às ligações a outros municípios. “Nas ligações entre municípios limítrofes ainda há muito a fazer. Como grande prioridade surge a Estrada Nacional 238 (EN 238), via estruturante para o concelho da Sertã, mas também para os concelhos limítrofes”. Além desta, José Paulo Farinha fala ainda da EN2 e do IC8, duas vias estruturantes e que requerem obras de melhoramento.
Um dos temas que mais aguardava ver tratado na entrevista era o turismo e as minhas expectativas não saíram defraudadas. “Passados que estão cinco anos à frente dos destinos da Câmara da Sertã, não mudei ainda a opinião que tinha sobre este sector. Reconheço que temos potencialidades turísticas, não sendo difícil apontar razões para atrair o turista. Embora se tenha bom ambiente, boas paisagens, boa gastronomia, gentes que sabem receber como poucas, o concelho isoladamente não tem futuro turístico, nem nenhum concelho da Zona do Pinhal conseguirá ter expressão neste domínio, a não ser por meio de uma actuação integrada se alcançará esse objectivo”, disse o edil da Sertã. Enfim, o que há muito já se sabia foi finalmente apreendido pelo nossos autarcas. Haja vontade para encontrar políticas e estratégias concertadas entre todos.
Mas José Paulo Farinha disse mais sobre o tema: “Sem querer ferir susceptibilidades, não considero Turismo o que se passa em grande parte dos nossos concelhos, pois considero que só existe negócio turístico quando as pessoas se instalam na região, dois ou três dias, porque neste caso, terão que tomar as suas refeições nos cafés e restaurantes, dormir e comprar algo no local escolhido. É óbvio que o concelho da Sertã, bem como os concelhos envolventes têm grandes potencialidades para divulgar. Mas sejamos pragmáticos, repito, só através de uma acção conjugada e articulada dos vários municípios conseguiremos atingir algum desiderato no sector turístico”.O presidente da Câmara da Sertã aproveitou ainda a entrevista para deixar alguns recados ao Governo. “Sem querer ser derrotista, em jeito de desabafo, e não obstante ser um defensor de que a sensatez e a sobriedade devem pautar o comportamento humano, a irrelevância e a indiferença a que tem sido votada esta Região, em particular, e o Interior, em geral, além da ausência de uma visão estratégica para a mesma, levam-me a repensar a minha forma menos impositiva de manifestar, em algumas circunstâncias, as minhas preocupações para o desenvolvimento do concelho”. Quanto a uma provável recandidatura à Câmara Municipal da Sertã, José Paulo Farinha não abre o jogo. “Tenho muita honra e um orgulho imensurável de estar a desempenhar as funções de presidente da Câmara, mas ainda é cedo para abordar esta questão. Sem qualquer espécie de «tabu», os leitores compreenderão que não posso acrescentar mais nada acerca desta matéria”.
Foto: Kaminhos Magazine