O tri-mensário ilustrado, noticioso e literário era dirigido por Adelino de Mello e procurava preencher o vazio editorial deixado vago pela extinção do jornal «Gazeta das Províncias», em 1900. Como que a adivinhar o seu destino, a publicação não teve vida longa, sendo suprimido alguns meses após a sua fundação. Contudo, durante o tempo em que existiu foi um importante meio de divulgação dos acontecimentos que tinham lugar no concelho. Aliás, ficou célebre a edição de 5 de Maio de 1909, quando o seu director criticou abertamente a posição da Câmara Municipal da altura de não marcar presença (nem enviar um manifesto) no famoso Congresso Municipal de Lisboa, um acontecimento que muitos vêem como a antecâmara da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.
Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
Jornais antigos: O Povo da Certã
O tri-mensário ilustrado, noticioso e literário era dirigido por Adelino de Mello e procurava preencher o vazio editorial deixado vago pela extinção do jornal «Gazeta das Províncias», em 1900. Como que a adivinhar o seu destino, a publicação não teve vida longa, sendo suprimido alguns meses após a sua fundação. Contudo, durante o tempo em que existiu foi um importante meio de divulgação dos acontecimentos que tinham lugar no concelho. Aliás, ficou célebre a edição de 5 de Maio de 1909, quando o seu director criticou abertamente a posição da Câmara Municipal da altura de não marcar presença (nem enviar um manifesto) no famoso Congresso Municipal de Lisboa, um acontecimento que muitos vêem como a antecâmara da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.
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16 comentários:
Os habituais comentadores não se sentirão lá muito satisfeitos com o título do jornal «O Povo da Certã». A primeira foto do homem do povo está uns degraus acima da foto do bigodaças, Dr. Alberto.
Teria interesse identificar estas personagens visto que não temos informação acerca dos respectivos perfis morais, cívicos, profissionais.
Parece existir uma confrontação, se atendermos à posição das fotos. E o tempo de duração do jornal também revela pouco interesse pelo «O Povo da Sertã».
O Zé Português NÃO gosta:
1) de trabalhar.
2) de responsabilidade e pontualidade.
3)de cultura: literatura, música, pintura, arquitectura.
4) de viajar.
5) da felicidade dos outros.
6) de clareza no discurso.
7) do sucesso.
8)de si.
9) de tomar banho.
O Zé Português GOSTA:
1) de esquemas e intrigas.
2) de dinheiro fácil.
3) de esperteza e novo-riquismo.
4) da sagacidade da gatunice.
5) de automóveis cinza-prata.
6) de feiras-da-ladra..
7) de comprar barato, enganando e vangloriando-se disso.
8) de falar de sexo, praticando muito menos.
9) de sarro.
10) de férias, pontes e feriados.
11) daquela cidade espanhola onde compra caramelos e edredões.
12) da Casa dos Segredos.
13) de José Sócrates, mais ou menos.
14) de tudo o que não seja português.
O 1º Zé não consegue ir mais além porque é doente e, por conseguinte, inimputável.
O 2º Zé não existe, visto que já o caracterizámos acima.
Mas é sim o Manel, o eterno representante dos filhotes desnaturados dos pais: PS, PSD, CDS, os tais que engoliram um povo e um país que se chamou Portugal.
Esperamos ansiosamente por uma nova Incarnação da FAMÍLIA VIRIATO que varra os invasores, os traidores, os libertinos, depravados, os vendilhões do Templo.
Enterremos, então, quanto mais depressa melhor, a família dos manéis.
A propósito: o Zé ou o Manel são tendencialmente estúpidos. Vamos agora falar nessa pérola da imprensa :O Povo da Certã. Sem ser necessário o patrocínio de algum GRANDA MERCEEIRO da classe do papel almaço. Não falamos claro está em CONTINENTES, falamos em PANGEIA. Aliás, parece-nos que isto se resolvia com uns murros no focinho. Porque não se aprende o JORNALISMO na RIBADOURO... Bom restaurante, por sinal. E onde estavavam estas excelências excrementícias no 25 de Abril? O dr. Baptista Bastos que responda.
Beber umas Sagres na Ribadouro e depois escrever umas linhas num blog de Província a ver se calha...Sempre são 50,000 €. Tanta puta mal paga e tanto proxeneta de Bairro Alto. Com aspecto de fome . De hemoglobina e neuronal. Raios vos partam palhaços. Viva o 25. Viva o Carvalho da Silva! Viva o João Proença! Picaretas nas unhas é que é, cambada de melgas.
O que fica provado é que o sr. Rui Pedro Lopes não tem alguma coisa a ensinar à população deste Concelho da Sertã. Nada ensina. Distorce, capeia, mistifica e lá vai caindo alguma coisa para o seu Curriculum. Ora esta situação é-lhe agradável. E de algum proveito. Jornalista pela Universidade da Covilhã...Umhhhh! E estamos conversados.
O Rui Pedro Lopes é um pobre diabo.
O bom jornalista tem o dom de assim ter nascido. "O canalha invejoso" que o desmerece já nasceu com coceira tinhosa.
O Jorge Manuel percepcionou a ausência de comentários com um estrondoso feeling ...!!!
http://www.youtube.com/watch?v=h8tuTSi6Sck
Mafalda Ramos Senhor Presidente da República, com o respeito que não me merece. Numa altura em que pede mais sacrifícios aos portugueses e no ano de maior vergonha nacional nos cortes sociais, vem o senhor fazer-se uma das vítimas da crise?! a crise que o Senhor ajudou a criar?! Sim, é responsável e deve responder pela situação actual. Onde foi que estudou Senhor Presidente? passados tantos anos de experiência política ainda não aprendeu a medir as suas palavras ... Entendo que esteja cansado... Há quantos anos nos governa Senhor Presidente? Lembro-me de me pedir para apertar o cinto mas na altura eu mal cintura tinha e não percebi. Hoje percebo e a cintura não mudou veja lá...é que não tenho as suas regalias, aquelas que não abdicou durante todos estes anos, as influências que puxou para si e para os seus (que eu saiba é crime no Nosso país). Vivemos no mesmo país Senhor Presidente? vive em Portugal?! ... O que fez para melhorar o nosso país durante todos estes anos? Gostaria de saber. É que o senhor continua no poder e como sabe e ainda por cima é o próprio que o diz !?... O Nosso país só piorou. Senhor Presidente, tenha Dignidade Moral e Demita-se! O Senhor ainda pode vir a reforma-se e gozar da(s) sua(s) reformas que concerteza eu e milhares de Portugueses não vamos ter com a dignidade que merecemos e não vamos ter para que o senhor ostente riqueza, pois declarou no IRS em 2010, 141 mil euros!!! Eu assim também poupava senhor Presidente, mas jamais me queixaria quando há cidadãos, que o senhor representa que estão a PASSAR FOME. Não o incomoda isto?! Por fim Senhor Presidente, eu acredito na nossa Justiça, ela tarda mas vem sempre! Senhor Presidente, tenha Dignidade Moral e Demita-se! Não tem mais condições para nos representar. P.S. O Senhor não ganhou as eleições! Como sabe, quem ganhou foi a ABSTENÇÃO, FORAM OS VOTOS EM BRANCOS E OS VOTOS NULOS. A justiça tarda mas chegará! ...
há 35 minutos · Gosto ·
Fernanda Silva Muito boa tarde Ex.mº presidente Anibal Cavaco Silva, recorro ás novas tecnologias de hoje para poder deixar um conselho em vez de um comentário. Chamo-me Fernanda Silva e como deve calcular sou um elemento do povo muito nobre por sinal, e com muita vontade de aprender e evoluir profissionalmente, o meu pai passou quase toda a sua vida militar e pessoal em Moçambique (Maputo) tal como o Sr. presidente, ele foi furriel na companhia de caçadores 1306/5 em 1971 (r I 22), falo no meu pai por uma razão muito simples, ele é o responsável pela minha nobreza, pela minha humildade como cidadã e pelo meu caracter de responsabilidade pois desde nova aprendi a lidar com um regime de economia, tendo em conta as dificuldades que o meu pai atravessou para eu nunca parar de aprender. O mesmo sentimento de Glorifição atribuo ao senhor presidente, pois o cargo que apresenta não é facil e por isso o admiro ao fim de tantos anos ter que tomar decisões complicadas. Concordo com algumas e apenas decisões tomadas, pois realmente no mundo em que vivo vejo que povo português mais precisamente uma classe social que precisa de saber a realidade e dureza da vida para poder alcançar então a sua dignidade, educação e nobreza. Mas ao fim de alguns anos eu pergunto será justo as decisões tomadas afectando a pessoas como EU? A resposta é : NÃO e porquê? Porque quando dizemos "todos diferentes mas todos iguais" infelizmente não se pode atribuir a portugal este comentario, temos de ser humildes e parar para pensar que o povo divide-se em classes e é imperativo agir onde pessoas que não querem progredir sejam obrigadas a contribuir, pessoas que querem aprender e evoluir fomentar acções para que se tornem uteis, e finalmente pessoas de classe alta apostar nos que pretendem progredir seria uma equilibrada visão futura do país. Como cidadã exemplar apesar de ainda estar em fase desenvolvimento profissional e não ter muitas habilitações literárias considero o meu conselho como alternativa ás decisões erradas tomadas pelo comité governamental europeu, porque infelizmente e apesar das diferentes classes sociais os braços do povo português não vão baixar, a revolta será sedenta, segurança não haverá nem mesmo para a classe mais alta desta vez a revolta será tão grande que não haverá esperança, o erro Sr. presidente já foi cometido á alguns anos e como tal a decisão de "austeridade" já não irá funcionar, não o condeno pois a sua vontade de viver é igual á minha e por isso pergunto Sr. presidente que possui um cargo tão glorificante, como se sentirá á frente de um país sedento de revolta?? Este é o meu conselho Sr. Presidente, não tente enfrentar o povo pois nunca se esqueça que apesar de diferenças de classes, sem este povo o senhor não estaria no cargo actual e por isso espero de si o melhor para este país e mais alternativas sem ser as mais fáceis para os membros governamentais. Os melhores cumprimentos, atenciosamente de Fernanda Silva.
há 50 minutos · Gosto ·
Sr Presidente, eu tenho uma vontade enorme de lhe dizer muita coisa, mas tenho medo. Tenho medo não por mim. Tenho medo porque tenho filhos e tenho netos e tenho medo que o regime que o Sr está a fomentar não traga no bolso uma nova PIDE tão terrivel e tão facínora como a do outro regime que eu ajudei a matar no 25 de Abril. O Sr está a ser conivente com um regime que está a levar os portugueses à fome e à miséria. Além disso já não não está muito funcional psicologicamente. Na minha modesta opinião, que tenho quase a sua idade penso ser chegada a altura de se demitir alegando razões de saúde e passar a pasta a outra pessoa mais jovem e mais lúcida. Continue o seu passeio lá pelo norte e pense seriamente no que lhe digo.
há 35 minutos · Gosto ·
Economista
"Portugal está a exportar o seu desemprego para Angola"
Económico com Lusa
22/01/12 11:44
O economista angolano Manuel Alves da Rocha defende que Luanda deve reservar os empregos para os nacionais.
Numa altura em que governantes portugueses apontam a emigração como uma possível saída para a crise, Alves da Rocha alerta que "Portugal está a exportar o seu desemprego para Angola", o que poderá provocar "fissuras sociais", recordando que "Angola tem uma elevadíssima taxa de desemprego", estimada em 26%, e que a comunidade portuguesa no país já está avaliada em cerca de 130 mil pessoas.
Trata-se, sublinhou, de uma comunidade "com uma componente técnica muito importante", que acaba por "barrar a entrada de quadros angolanos" no mercado de trabalho.
Defendeu que o Governo português está a tentar encontrar na emigração "uma saída para diminuir as tensões sociais" decorrentes da crise, mas alertou que Angola poderá sofrer as consequências dessa aposta.
"As relações com Portugal vão acabar por agravar a situação do desemprego em Angola", afirmou, em declarações à Lusa nas vésperas de uma deslocação do ministro da Economia angolano a Lisboa.
Professor catedrático na Universidade Católica de Luanda, Alves da Rocha afirmou que a instituição já está a sentir o problema: "Os nossos jovens licenciados não têm um leque de oportunidades junto das empresas estrangeiras e as empresas angolanas ainda são poucas e não têm capacidade para absorver a capacitação técnica que as universidades vão lançando para o mercado".
Para o economista, compete às autoridades angolanas reservar segmentos de emprego para os nacionais, porque os jovens angolanos se confrontam com uma concorrência desleal: "Estamos a concorrer com quadros portugueses com alguma experiência, o que os nossos quadros não têm".
Alves da Rocha alertou também para a grande diferença salarial entre expatriados - entre os quais os portugueses - e angolanos, recordando que os estrangeiros auferem salários "duas, três, quatro vezes superiores" aos nacionais, o que pode implicar "reacções sociais indesejáveis".
Para o economista, tudo isto "gera fissuras sociais, quando o que se pretende é que haja uma cooperação salutar, em que as pessoas que falam a mesma língua se possam entender".
Alves da Rocha criticou ainda as linhas de crédito que existem em Angola, nomeadamente a brasileira, recentemente aumentada para cinco mil milhões de dólares, a chinesa ou a portuguesa.
"São linhas de crédito que servem as empresas portuguesas, brasileiras, chinesas, e não as empresas angolanas", disse, defendendo que esta situação "tem de ser mudada".
Ressalvando que o financiamento para aquisição de equipamentos pode ser positiva, explicou que quando uma linha de crédito financia a importação de bens de consumo finais, "Angola contrai dívida e não tem património, stock de capital fixo, que possa ser introduzido para pagar essa dívida", explicou.
Trata-se de uma situação que "mesmo as autoridades portuguesas têm de rever", defendeu, apesar de considerar natural que Lisboa queira apoiar as empresas portuguesas.
"Toda a linha de crédito destinada a salvar as empresas portuguesas produtoras de bens de consumo final da situação de crise em Portugal é um canal de transmissão da crise portuguesa para a crise angolana", concluiu.
Para o especialista, compete ao governo angolano definir os limites de utilização dessas linhas de crédito.
Ainda sobre as relações económicas entre Portugal e Angola, Alves da Rocha lamentou que continue a prevalecer uma atitude comercial em prejuízo de uma atitude de investimento, embora reconheça que tem havido um aumento do investimento privado português em Angola.
O ministro da Economia de Angola, Abraão Gourgel, desloca-se na segunda-feira a Lisboa, onde deverá participar, juntamente com o homólogo português, na conferência 'Angola 2012 - Relações comerciais e de investimento', promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola.
Raios partam o 25 de Abril.
Já partiu ...!
Completamente...!
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